domingo, 27 de julho de 2014

Pathelin no Festival de Inverno de Garanhuns PE

Nosso espetáculo A Farsa do Advogado Pathelin, que foi selecionado para participar do FIG - Festival de Inverno de Garanhuns.

Pela segunda vez estivemos neste importante festival; em 2012 também participamos do FIG com o espetáculo Saltimbembe Mambembancos, na arena de circo.

Desta vez, fizemos parte da programação do espaço de cultura popular. Esse momento é muito significativo em nossa trajetória de 15 anos de trabalho, sobretudo porque somos admiradores e fortemente influenciados em nossa pesquisa cênica por essa cultura popular genuinamente brasileira e nordestina. Apresentamos no mesmo palco que Lia de Itamaracá, Velho Dengoso e outros tantos artistas que admiramos.

O espetáculo aconteceu no dia 26 de julho ás 10 horas
Mais de 500 pessoas assistiram Pathelin.

Postamos Fotos em nosso Flickr, Confiram clicando AQUI

LUA
Dividimos nossos sentimentos entre a alegria de fazer o que gostamos levando nosso trabalho e nossa história para um importante festival com a tristeza da perda de nossa grande amiga Lua. Dedicamos esse momento à ela, aos amigos e a família, fizemos desse momento mais um grito para que a justiça seja feita e que o caso passe a ser tratado pelas autoridades com a gravidade que merece.

Mais informações sobre o FIG no site: http://www.cultura.pe.gov.br/fig2014/
Ou na página do Face: https://www.facebook.com/fig.oficial?fref=ts




quarta-feira, 2 de julho de 2014

A morte de Luana não foi um acidente. O policial atirou consciente do que estava fazendo.

Quarta-feira, 2 de julho de 2014

A morte de Luana não foi um acidente. O policial atirou consciente do que estava fazendo.

A vida da Luana Barbosa foi tirada de forma banal. Era um dia de festa para os artistas da Federação e para o público que ali frequenta. Luana era uma das principais responsáveis pelo evento que aconteceria naquela noite, 27 de junho. Planejava esse momento desde novembro do ano passado. Estávamos nos reunindo desde as 7h30 da manhã, recepcionando os artistas que iriam se apresentar na festa. Lua saiu para buscar o responsável pelo espetáculo que seria apresentado e no caminho da sua casa foi assassinada, vítima da ação violenta de um policial que atirou contra ela em uma blitz de trânsito.

O que justifica tanta violência, tanta brutalidade? Como é possível um policial utilizar uma arma para atirar diante de uma situação tão banal, quando a vida de ninguém estava sendo ameaçada?

Esse é o tamanho da nossa indignação, que se junta à indignação de tantas outras famílias e amigos de pessoas que foram vitimas de ações violentas - e inaceitáveis! - como esta que levou a vida da nossa querida Lua.

Nosso grito é contra este e tantos outros casos onde a injustiça tende a imperar. Gritamos.

Queremos que a memória de Luana Barbosa seja preservada na verdade dos fatos. Queremos uma investigação séria e não versões fantasiosas de acidente. Queremos que o policial que atirou e a Polícia Militar do Estado de São Paulo assumam suas responsabilidades. Queremos justiça!



Assinamos nós, amigos da Federação Prudentina de Teatro e Artes Integradas, pai, mãe e familiares de Luana Barbosa.